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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Criminal Minds - 7x23/24 - Hit & Run - Meus Comentários



Observação: Se alguém odiou o episódio, pode parar de ler por aqui!!!


Simplesmente sensacional! 
Teve absolutamente tudo o que uma SF de respeito precisa ter: uma trama interessante e inteligente, muita ação para marcar o final da temporada ( com a vantagem de não termos que parir um filho até setembro para ver quem é o morto da vez!), uma humanização dos personagens fixos que vem galgando espaço desde a entrada da Érica e encontrou seu ponto alto neste episódio. E, finalmente, um tema universal, batidéssimo, mas que nunca se esgota quando bem explorado: o amor! Toda a forma de amor! O amor de mãe e pai, amor de namoridos ( namorados e ou maridos ), o amor de amigos verdadeiros, o amor na velhice capaz de superar 66 anos de dificuldades, o amor das tribos e suas esquisitices ( a convenção scy-fy claro -, do ponto de vista dos outros ), o amor que nem sempre dá certo (Kevin/Penélope, será?), o amor pelo seu trabalho ou ocupação ( a dúvida da Emily se saía ou não) e, porque não dizer, o amor psicótico, alucinado, que encontra em seus pares igualmente doentes, razões para atos que lógica alguma no mundo se explica, exceto nas mentes mais doentes! O amor e todos os seus envolvimentos, consequências, dores e feridas estava lá, para quem quisesse ver. Da forma mais simples e mais contundente possível. Sem contar que alguns diálogos foram de atores e não de personagens, como Morgan pedindo para Emily seguir seus instintos ou ela dizendo que pensava em sair não porque não os amasse, muito pelo contrário. A sensibilidade destes diálogos só será bem aproveitada por quem acompanhou toda a pendenga dos bastidores nos últimos ano e meio.



Promo Extended Oficial 7x 23/24





O elenco convidado super bem escolhido, a Rainha tinha um olhar de gelar lareiras acesas! Óbvio que no primeiro minuto que seu cúmplice se ofereceu para ajudar Will eu soube que aquele era seu cúmplice, mas quem se importa? Óbvio q Will tb não ia morrer, mas e daí?


A saída da Emily e a sacada da Interpol foram perfeitos, dado o pouco tempo para fazer grandes mudanças no roteiro, em vista do tempo que eles tiveram com a estrutura do crime e do unsub já prontos ( informação do Rick D. num chat). Uma saída digna, um cargo onde ela talvez não se exponha  tanto em campo e possa crescer profissionalmente e amenizar suas dores quanto à experiência Doyle. Obviamente ela só trabalhar na Interpol não faria sentido, mas chefiar uma equipe são outros quinhentos ( eu meio que tinha cantado esta bola em algum comentário antigo meu na comunidade CM do orkut).






O caso ser focado na JJ foi ótimo porque eles mostraram o outro lado da moeda. Onde não é o homem da casa ( caso do Hotch ) que tem um emprego que expõe sua família ao perigo e sim a mulher ( no caso ali os dois, mas o foco era ela). E se alguém achou que ela lutou demais com a doida, para além da explicação natural vinda episódios antes sobre o seu treinamento com Morgan, eu, sem treinamento algum comeria o fígado de quem chegasse perto do meu filho para lhe fazer o mal. É preciso ter/amar um filho para se ter noção do quanto você é capaz de fazer por ele numa situação de perigo.






A participação de todos os personagens foi equivalente e todos tiveram seu momento de ouro. A fotografia brilhante e a edição sem comentários, levando-se em consideração que isto é tv, não cinema. Eu diria que a Emily conhecer as cores da bandeira do Chade seria um exagero, mas nem isto,
visto que ela trabalhou na Interpol, e se lá há uma zona de guerra...
Enfim....

O casamento foi um presente para os fãs, mas também uma mensagem da qual eu compartilho! Claro que todos os shippers do mundo ficaram felizes, inclusive os que shippam a piscina do Rossi com o Sérgio ( gato da Emily - brincadeirinha...), porque eles nem são doidos de fazer nada diferente.







Agradou Hotch/Prentiss, Morgan/Prentiss, Hotch/Beth, JJ/Will, e sobrou até para o Rossi ( desde a entrada dele na série eu estou cantando esta bola dele com a Strauss... não sou Débora Dináh por acaso, ehehe!), além de uma porta aberta para a Penélope/Kevin. E agradou quem não shippa ninguém e vê tudo como uma grande família feliz e  totalmente assexuada! Não vou me espantar se semana que vem já tiver fic da mãe da JJ com o Anderson, kkkkk. E claro, não esqueçamos a piscina do Rossi com o Sérgio,kkk Brincadeiras e exageros à parte, vamos à mensagem: a vida sempre segue em frente, gostemos ou não. A deles ( os agentes, que quase morrem num dia e no dia seguinte se casam,
largam seus empregos, tem filhos, se separam....) é assim, a nossa não édiferente. Foi uma mensagem clara de que podemos gostar ou não do resultado, mas temos que seguir em frente. Assim como farão os fãs de CM:  alguns vão nos deixar pelo caminho, não vão ver mais graça na brincadeira e vão partir, outros ( como eu, aliás, já aceitei a saída da Emily na semana seguinte), vão respirar fundo e continuar acreditando que a série tem bala na agulha para um bom tempo ( independente de contratos serem
renovados ou não). Para aqueles que como eu acham que a gente deve escolher as batalhas pelas quais devemos nos desgastar, restará sempre a saudade de um trabalho impecável da Paget. E, claro, aquele dvd esperto no Blu-ray e um balde de pipoca para resolver o problema.






Os destaques: Eles se esmeraram em não deixar pontas soltas.


* O agradecimento da Strauss ao Morgan foi mais que perfeito e mostra como a pessoa, quando tem auxílio, fica grata a quem lhe estendeu à mão. Aliás, agradecimentos e desculpas são um dos passos dos AA.


* Particularmente gostei ( e este não é um comentário shipper!) do diálogo final Hotch/Prentiss. Todos aqui estão cansados de saber que eu sempre reconheci que o shipper H/P SÓ exisitia na minha cabeça e nas minhas fics, eu nunca antes identifiquei nada entre eles na série que não fosse delírio meu  (opinião pessoal, nem pensem em discutir isto!). No entanto, achei o desenvolvimento da relação profissional/amizade deles no final da temporada perfeito - ele seria o pior chefe do mundo se não
lhe tivesse oferecido ajuda e pior, se não notasse sua inquietação na festa - eles são profilers, pelo amor de Deus!!


*Eu gostaria de acreditar que a gente quando envelhece adquire a sabedoria,a paciência e a consenciosidade do Rossi. Eu tenho feito minha parte, pode ser que eu chegue perto, claro, sem a parte da grana, óbvio!


* Gente, quando vi aquela cabaninha na mesa da casa do Hotch eu voltei no tempo! Já disse outro dia, algumas coisas são universais! Eu passei anos da minha vida brincando e dormindo na sala com meu filho assim! E não me arrependo!


* Independente da minha posição Hotch/Prentiss - porque o assunto já esgotou - eles acertaram a mão com a Beth. Sorry pessoal, ela é a cara dele! Ele busca nela a redenção para todos os seus erros no passado! Ele errou feio, perdeu a esposa, quase perdeu o filho e aprendeu com seus erros, tentando
em uma segunda chance, fazer tudo o que devia ter feito na primeira vez!! Quantas segundas chances a vida nos oferece? Errar é humano, persistir no erro é burrice, e fico feliz que ele esteja tentando mudar. E amei a forma como a coisa aconteceu. Com o menino pedindo para ela ficar! Perfeito!


* Amei também a analogia das rachaduras na fundação da casa com as cicatrizes na vida  da Emily. De uma sutileza ímpar!


* E como eu não sou de ferro nem nada, vou guardar comigo aqueles 5 segundos de dança Hotch/Prentiss para quem sabe, entre o cateterisma do Afonso, minhas pedras nos rins, a maratona ESFILES, trabalho, casa, e outros que tais eu ainda volte a postar fics dos dois!







*Desculpem o texto longo, detestei ter perdido esta brincadeira ao vivo com Sil, Carol, Débora, Carol Z, Jackelyne, e todas as outras meninas mas, como em CM, na vida, nem tudo é exatamente como quero. E como disse ao meu marido que ficaria só + meia hora e faz 1 hr e vinte que estou aqui ( graças a Deus ele pegou no sono) e corro o risco de criar um novo unsub, vou pegar meus analgésicos, antibióticos e outras redondinhas e volto quando ganhar nova carta de alforria do marido e do filho!


Até a próxima temporada!

Bjos carinhosos!
Ps.:
Só para não perder o hábito, senão vocês nem vão achar que sou eu escrevendo: O Hotch estava uma perdição naquela pólo azul marinho!!!  Concordo com você , Rose Rambo, uma vez para entender o episódio, outra para admirar a paisagem chamada Thomas Gibson, ehehe! Ou duas, ou tres... A vista é linda mesmo e é de graça, eheheh!

Criminal Minds - 7x21 - Divining Rod - Meus Comentários



Excelente episódio! Muito bom mesmo!


Promo Oficial 7x21





 Embora eu ainda sinta falta daquelas cenas em que os agentes, à medida em que fazem seus comentários, também aparecem inseridos nas cenas que descrevem ( aquelas cenas eram excelentes para ilustrar graficamente o pensamento deles ), ainda acho que eles têm acertado a mão na volta da
construção dos perfis. Como nos últimos episódios, o perfil foi discutido exaustivamente, com acertos, erros, trocas de informações entre todos os personagens e  nós voltamos a ter a sensação de " trabalho em grupo", coisa que havia se perdido um pouco na sexta temporada. Eles tem não só focado nas informações quando estão trabalhando em dupla, mas voltamos a ver a junção das informações, quase um "brainstorm", onde eles vão levantando as hipóteses e chegando há algum lugar.


Por outro lado todo este trabalho aparece intercalado com comentários ou brincadeiras, humanizando o episódio - os comentários da  Emily sobre cartas escritas à mão, Garcia cochilando e Hotch cutucando Reid para não se estender em comentários tediosos e desnescesários em um momento de
descontração. Aliás adorei a cena do Reid deitado e da Emily "jogada" na cadeira com
as pernas abertas, coisas que deve ser muito comum a quem trabalha horas a fio sob intensa pressão sem qualquer descanso. São pequenos detalhes que vão humanizando a cena, tornando-a mais verossímel.






Quanto ao caso em si, além do fato de segurar o assassino até o final, coisa que valoriza porque gera curiosidade, trouxe um final bastante interessante. Achei ótima a atriz que fez a esposa do unsub, fria e
desesperançada na conversa com Rossi e Emily, chocada no momento em que vê a peruca ( um misto de horror e incredulidade na expressão dela me comoveu) e conformada com seu destino, no final já na prisão com seu novo "parceiro".  Me passou na medida exata o que faz uma baixíssima auto estima, reforçada pela influência da crueldade do comentário do pai, além da passividade diante de fatos que ela julgou incontestáveis - a doença, a fidelidade do marido à ela, tudo ligado à uma mente sugestionável.


Não sabia que um condenado tinha a opção de escolher a forma como será executado, mas sem dúvida, o pelotão de fuzilamento é uma das formas mais horríveis. Dizem que nos primórdios eles decidiram que deviam colocar várias pessoas atirando junto para que quem atira não saiba se seu tiro
foi o que matou o condenado. Como se isso eximisse alguém da culpa. Não sei como alguém pode dormir em paz fazendo "este trabalho". Enfim...


Quanto à Prentiss e sua casa, senti um arrepio quando soube da casa enorme e cara. Espero que ela não esteja planejando trabalhar free lancer para poder cuidar do Declan ( ótimo que ele não apareceu entre as fotos dos que voltaram às gravações na SF, mas isto também não quer dizer muita coisa). Embora eu odeie a idéia, isto justificaria a compra de uma casa maior (?). Espero estar bastante enganada com relação à isto. Porque também por exemplo, adotar uma criança do nada agora, também não faria muito sentido. Só sei que a "casa grande e cara" não me deixou bom pressentimmento.
Compra-se uma casa maior em geral pensando-se em ampliar família. Vamos
aguardar.






De resto, edição limpinha, ágil, com boa fotografia e sacadas legais como o miado do gato no corte da vinheta. Episódio redondinho para o meu gosto. Mistura perfeita entre o caso e interações pessoais, sem que o episódio precisasse ficar focado neste ou aquele personagem. E, claro, como não
podia deixar passar em branco, parafraseando Karl Arnold, trabalhar como Hotch deve ser uma distração, eheheh, ele está cada vez melhor! Que venha o próximo!


Bjos!

Criminal Minds - 7x20 - The Company - Meus Comentários



Certo, tá ficando cansativo mas, tenho que dizer, estou amando esta temporada! Cada caso é um mundo novo a ser explorado, eles estão se reinventando sempre. Quem assiste a várias outras séries policiais como eu sabe o que a repetição de casos é uma constante. E, mais que tudo, mesmo que o tema seja parecido, eles encontram sempre uma forma diferente de contar a estória.



Promo Oficial - 7 x 20






Ando meio cheia do Morgan e seus ataques de raiva e xiliques mas, tenho que admitir que a coisa foi feita para ser focado nele, sem se tornar caricato demais. Além do que, a Garcia disse 70% do que eu queria dizer pro Morgan a temporada inteira, então, ajudou muito, kkk.  Sério, foi muito bom não vê-la passando a mão na cabeça dele, quem ama sabe dizer o que é preciso também, não é só concordar e consolar.








Claro que tinha que ter um filho, nenhuma mulher se submete tão intensamente se a ameaça não atingir um filho. Se você sofre demais e não tem nada a perder, tenta uma fuga desesperada ou se entrega para morrer, para um tudo ou nada. Mas você morre antes de deixar atingirem seu filho ( ao menos
para uma mãe normal ). E pelo visto os canalhas sabiam do peso que um filho acarreta em uma decisão de total obediência, pois o que tinha de criança naquele quarto.... Doeu o coração quando o menino falou que nem era Natal ainda...Eles sabem  como  nos atingir!

Tirando a dúvida da maioria, a Sarah é a outra irmã do Morgan, não a mãe dele. A cena do acidente foi
bem feita e pela porrada achei que a moça teria ficado bem pior.  Gostei que as explicações ficassem silenciosas atrás da porta, nos poupou de ouvir tudo o que a gente sabe que ele ia dizer. E adorei o tapa da tia, tapa de mulher que não sabe bater, kkkkk


E prá bom entendedor, meia palavra basta ( Morgan: Só isto? Hotch: Só isto! ). É bom o Morgan repensar toda a falta de respeito que teve com seu chefe depois disto. Precisa ser muito magnânimo para manter a língua dentro da boca depois de tudo que o Hotch ouviu do Morgan sobre a Emily. Mesmo que fossem situações diferentes, embora o Hotch tivesse a chance de espinafrar o rapaz com o discurso: "como é estar do outro lado?", a falta de palavras ( e a cara fechada também) disse mais que uma bronca. Só quando é o nosso calo que dói é que podemos avaliar o quanto o sapato aperta. Mas,
como eu não sou magnânima como o Hotch eu senti falta de algo menos sutil. Também só em filme que o Hotch deixaria o Morgan entrevistar o unsub, mas faz parte da licença poética do episódio.







Qto ao restante, o perfil, a idéia da Companhia, a noção da submissão ao extremo, a interação genial das moças na sala de interrogatório ( a JJ não titubeou, ambas sabiam exatamente o que estavam fazendo para atingir o unsub e até a conversa sobre a vida pessoal da JJ teve seu objetivo), a
análise sobre o café da manhã dos filhos - cara, eu não sei se algumas coisas são universais ou se é muita coincidência eu me identificar), tudo estava no lugar certo.


O unsub foi um capítulo à parte, a cara de doido convencido e sádico, a certeza de que tudo gira em torno dele, aliás só o vislumbre daqueles objetos sadomasoquistas no quarto já te fazem imaginar todo o horror que uma mulher pode ter passado nas mãos dele. Pior é que deve estar cheio de coisas horríveis assim por aí. Nada a ver com síndrome de Estocolmo, apenas o terror pela dor e a submissão pelo medo de perder ou machucar um filho ,esposa, marido,mãe, etc... Agora bom mesmo foi ver a cara do advogado dominador  e ele entregar rapidinho o serviço para tirar o seu da reta, kkkkk, muito, muito macho!


O episódio só pecou pela aparição da Garcia no final. Não haveria tempo hábil ( e grana?? talvez ) para ela se deslocar para tão longe só para se mostrar solidária. Eles sempre querem forçar uma barra entre eles sem necessidade. A cena da bronca foi muito mais uma declaração de amizade do que a cena final. E  pouco prática. Desnecessário e batido, feito sob encomenda para agradar aos fãs do relacionamento (?) / amizade do dois.


Que venha o próximo, pois com este nível de roteiros, estou apostando todas as minhas fichas no episódio do Rossi e na SF!!!!


Bjos!

Criminal Minds - 7x19 - Heathridge Manor - Meus Comentários

Ok,

Eu preciso escrever agora porque ainda estou sob o impacto do episódio. Quantas
vezes já disse que amo a forma de Criminal Minds se reinventar a cada semana após semana? Inúmeras, eu sei, mas mais uma nunca é demais.

Isto tudo teria dado um filme de suspense /terror de primeira!!!!!!










Vamos lá! Teve todos os elementos que eu amo: uma boa idéia ( a hereditariedade da doença da mãe, sobreposta ao fato do menino estar ainda sujeito a crescer embalado pelos delírios dela ( via estórias +
experiências impactantes como eles deixam claro na primeira cena ). Além do fato da doença da mãe vir de encontro com o mais lúdico dos prazeres, que é sonhar ( via teatro, filmes, música, livros, etc...).  Nada mais tênue ( e atual) do que a linha frágil entre o prazer da fantasia e a perda da noção total da realidade ( que, neste caso é representada pela doença mas, que em alguns casos pode ser impulsionado apenas por egocentrismo e narcisismo nada extremos, suficientes apenas para produzir políticos estriônicos e BBB's ( celebridades instantâneas e sem noção).


Teve ainda todos os elementos da produção de perfil, o erro nele ( enquanto achavam que seria obra de um satanista e não de alguém que queria proteção contra o diabo), um monte de números para o Reid decifrar ( ehehe!), um lugar sem luz para as meninas usarem suas lanternas( qual é, filme com
aspecto de filme de terror que se preze tinha que ter um lugar sem luz e lanternas, muitas lanternas), kkk


A fotografia e o primor da direção, à despeito de ser do Matheus ou não, são um capítulo à parte. Este rapaz  tem que fazer um longa de suspense, o cara tem talento para isso. Por mais óbvios que sejam os recursos por ele usados, obtiveram o efeito esperado, todos aqueles cliches da pouca luz, a casa imponente, o asilo abandonado, o cadáver aparecendo de surpresa ( tá, concordo, existem em todos os bons filmes de terror, por isso são cliches, mas a gente se assusta mesmo assim), o corpo caindo no poço e a cena final, tudo estava no lugar certo. Isto levando em conta, claro, o curto tempo de epi, onde vc tem que explorar o começo, meio e fim da estória em 43 minutos. Claro que estava evidente que ele iria enxergar na irmã uma das mulheres do Diabo, estar perdendo o controle sobre ela, mais a sua culpa pelo incesto só poderiam levar a isto, mas a escalada foi feita de forma interessante dentro do
tempo disponível.







Eu estou acostumada a ver a Madaleine Martin como uma adolescente rebelde e meio sacana em Californication, então vê-la como uma quase donzela em perigo foi muito gratificante. O rapaz, embora não tenha tido um desempenho excepcional, soube como manter o toque quase ingênuo de
suas ações, selando a culpa de seus atos através do viés do heroísmo. O incesto, claro, foi um ponto para o roteiro, mas, principalmente para a CBS, que permitiu que o ato fosse deixado mais claro através do beijo ( eles são sempre tão hipócritas que me surpreendeu terem mostrado a cena). O final
do episódio foi poético, e, mais uma vez, clássico de filmes deste tipo, a empregada - que não existia, por isso não se virou para vê-la descer as escadas e não se incomodou com a campainha, a música, a expressão no rosto da moça, tudo só para nos lembrar que ninguém que passou por tudo aquilo
que ela viveu desde a infância, escaparia impune, tendo ela herdado os distúrbios mentais da família ou não.


Também gostei que o episódio fosse centrado no  unsub e seus atos, dando uma folga às estórias paralelas dos personagens principais. De qualquer forma, não haveria como, em um episódio como este, espaço para gracinhas ou mesmo outras menções aos agentes.


Ponto para a luta do unsub com o Hotch ( em uma variação do famoso tiro que mata o unsub), ponto para os flasbacks com a mãe ( a cena do delírio do rapaz onde corta da mão da mãe para a mão dele proprio é genial, muito bem feita), para a crueldade em cortar o braço da própria filha - a loucura
em seu extremo, ponto p o Matheu que conseguir equilibrar sua participação com a direção, coisa difícil de fazer, sem desfalcar a equipe do Reid, que neste episódio tinha tão importante participação.










Mimos especiais para mim exclusivamente, porque amo Smoke Gets In Your Eyes, porque a citação final foi do meu incrível Edgard Allan Poe, e a citação absolutamente genial do início do não menos genial Oscar Wilde e, me perdoem meninos e meninas que não gostam, mas para o Hotch, que estava
um caso de polícia, com um agente daqueles no meu bairro acho que ia querer cometer delitos toda a semana, ehehe! A visão dele me atorda! Só queria saber onde ele manda lavar aquelas camisas absolutamente a e assustadoramente brancas, preciso do número desta lavanderia com
urgência,kkkkkkkkkkk ( poderia dizer que deve ser no mesmo lugar onde mandaram lavar os ossos brancos de Big Sea, mas seria muita maldade, né?).

Ótimo!  E que venha o próximo!

Bjs!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Criminal Minds - 7x18 - Foundation - Meus Comentários





Quando eu digo que CM ainda tem muita lenha p/ queimar..... ehehe!
Episódio excelente! A despeito da obviedade ( não sei se é por assistir a filmes demais, assim que a moça mencionou o pai na delegacia, ou melhor, quando o Reid soube disto pelo delegado, tive a certeza que ele era o unsub, em nenhum momento isto para mim foi uma dúvida), o importante no epsódioi foi a carga dramática da situação de se lidar com um pedófilo e uma vítima de longa data com maus tratos. O peso no ombro dos agentes por lidar com crime tão hediondo e vítima brutalizada impiedosamente deu o tom do episódio, claro, trazendo a reboque, a experiência do Morgan no assunto e sua malfadada identificação com toda a situação, além de uma mobilização aquém do normal para
salvar o menino desaparecido. Todo crime deve de certa forma abalar quem trabalha com isto, mas acho que lidar com uma vítima como Angel deve dar uma nova perspectiva a quem caça monstros. Além disto, eles não se preocuparam em "humanizar" o unsub com traumas de infância ou "gatilhos"
que gerassem a realização do crime. É hediondo. E pronto. Não há nada para ser humanizado ali. A cara do pai ao passar pela filha na delegacia reforça a repugnância que eles nos querem impingir ao término do episódio. Com efeito, conseguiram. As mordidas foram a cereja do bolo, tudo para horrorizar com requintes de crueldade a quem assiste e nos deixar enojados ao extremo.







Não vejo exatamente como a maioria o episódio. Normalmente não me preocupo muito sobre quem apareceu mais ou teve mais ou menos destaque no episódio, nem como as duplas são montadas.Costumo ver o conjunto da coisa, e claro, com 7 protagonistas, alguém sempre aparece um pouco mais ou um pouco menos. Normalmente isto não causa prejuízo, como foi neste caso.

Fiquei feliz pelo Jim Clemente ter tirado de mim a péssima impressão daqueles ossos branco Vanish do último episódio que ele escreveu ( Big Sea - acho que foi o 6x19 0u 20), com o Reid dando um perfil das vítimasatravés de ossos que estavam no mar a tanto tempo, de forma tão rápida. Muito irreal, mesmo com licença poética. Este foi muito superior àquele.







A fotografia tb esteve impecável, dando o tom escuro e sombrio, nas buscas e na delegacia e dando - nos um show de cores na casa do unsub quando a filha o visita, para assegurar que aquele era um lar perfeito, e seu pai, um cara normal ( não colou para mim, mas tudo bem, a intenção é que conta). A filha trabalhar com plantas foi perfeito, nada mais contraponto ao sofrimento do que passar o dia todo dando vida e cuidando de algo que também é vida. Também compreensível a resistência dela em crer na verdade, afinal sempre nos apegamos à perfeição dos pais, mais ainda ela que tinha sido criada apenas por ele.


Excelente, vale destacar, o rapaz que fez o Angel e os pais ( prinicipalmente o pai) do outro menino na delegacia, numa alusão à culpa que a maioria dos pais sentem pelo mal que acontece a seus filhos, mesmo que isto seja ilógico. Interpretações pequenas,mas super precisas. Ponto também para o
drama da mãe do Angel, em uma verdadeira escolha de Sofia, onde tinha que abrir mão de dar queixa do desaparecimento de um filho em detrimento de salvaguardar o futuro dos outros dois filhos, explorando o tema das imigrações ilegais no país. Imaginem (ou é quase inimaginável) a culpa desta mãe com o correr dos anos por tomar uma decisão impossível de ser acertada! São pequenas menções, mas preciosas no todo.


Quanto ao Shemar, ele se sai bem neste tipo de cena paternal e embora  interpretações mais elaboradas não sejam o seu ponto forte, ele saiu-se bem, carregando a dor da vítima como sendo a sua também. Quanto à JJ, é o mínimo que se poderia esperar dela com o passar do tempo é  amadurecimento. Sua experiência anterior no Pentágono e sua promoção à profiler não dão mais margem à
inexperiência ou imaturidade. É um caminho sem retorno. Coincidência ou não ( caso deles estarem sabendo de longe a saída da Emily, ou não) ela está preparada para ser a nova agente forte feminina. A equipe sobreviveu sem duas agentes ( Emily e a JJ), pode sobreviver agora sem uma só.
Será desnecessário se eles quiserem introduzir outra atriz agora.










Por fim, não sei se colocar o Hotch em mangas de camisa escura, lindo daquele jeito é um bônus para um caso tão deprimente ou um prejuízo. Porque, sinceramente, ele me fez rever o episódio duas vezes, ou eu ouço o que eles falam, ou eu olho para ele!! Ele me desconcentra!!! Fala sério! Aliás, agora já podem parar com as lasagnas e feijoadas, porque ele já está no ponto! hehehehee!!

Por fim, de novo, genial e acertada demais a citação final do episódio!!!


Que venha o próximo!!!!!!!!!!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Criminal Minds - 7X17 - I Love You, Tommy Brown - Meus Comentários







Ok, não foi um episódio estupendo mas gostei muito.
Além do tema atual e procedente, a interpretação da Teri Polo deu medo. Ela levou ao extremo o conceito psicopata!

É outro daqueles episódios em que faz sentido para mim saber quem é o unsub desde o início. Pois está se contando uma estória do porque ela age assim. Fica difícil fazer isto sem mostrar o unsub. O pânico daquela mãe no carro, quando ela diz que o nome do menino não era John foi pavoroso.









Com unsubs ricos em detalhes fica difícil concentrar na equipe. Ainda mais se eles tem outra storyboard p desenvolver ( no caso a Garcia).


Por falar em Garcia, meu problema não é ela, e sim o Morgan. Embora eu tenha achado que
tudo fez muito sentido para mim, ando meio cheia dele dos chiliques dele. Entendo que ele não
queria se envolver diretamente, mas não precisava ter sido tão grosso com Kevin. De resto, tudo fez
sentido. Acho que eles estão tocando num ponto de difícil discussão. Até que ponto você pode ter um melhor amigo homem sem deixar teu futuro esposo furioso? Até que ponto a mulher está disposta a abrir mão disto? Até que ponto as pessoas em volta de você absorvem as coisas da mesma forma que você? Acho que foi isto que eles quiseram abordar. Eu sou casada há muitos anos e sei que as mais novas dizem que as coisas mudaram. Mas não sei se mudaram tanto assim. Acho que o homem precisa ser um santo para não se importar que a esposa ache o seu melhor amigo um "Deus esculpido em chocolate", e que ainda trabalhe com ele, mesmo departamento, cheio de intimidade. Abrir mão deste tipo de intimidade é difícil. Mais ainda se seu futuro marido for um "fofo" que faz de tudo para tornar sua vida um paraíso ( tipo a cena da comida).


Claro que acho que tudo acabará bem e ela vai optar mesmo por casar com Kevin. Mas acho legal este tipo de avaliação. Acho legal eles terem levantado este ponto. Embora nunca tenha havido nada M/G, eles sempre viveram algo meio platônico, que se torna muito "real" quando ela tem que tomar uma decisão que vai mudar sua vida.






Gostei da forma como eles iniciaram o epi, é a segunda vez nestes últimos episódios que eles variam o início, não com a morte, mas com a descoberta por um terceiro. Com sete anos de estrada, fica difícil descobrir variações. A edição de imagens, principalmente das cenas finais foi muito bem feita, principalmente a passagem para o tiro do Hotch.

E sim, acho claramente que os episódios centrados no Morgan tem a ver com o fato de
agradar o público feminino ( ele faz o cara sexy da série - não faz meu gênero, mas tem lógica).


Não vi o chat, mas vi a audiência. Era de esperar uma evasão do público que está descontente com a saída da Emily e com o affair do Hotch.

Uma coisa é certa e fato consumado: as novas séries não têm emplacado. Segundo pesquisas 65% geraram cancelamento logo na primeira temporada. Pan An está por um fio. Luck, que era uma aposta certa ( Dustin Hoffman- oscarizado e prestigiado ator, como protagonista e produtor), com produção milionária da HBO, foi cancelada no final da primeira temporada sob a desculpa da morte de tres cavalos, mas segundo várias fontes ( Ana Maria Bahiana uma delas), nos bastidores, a coisa não era bem assim. A audiência era baixa e a guerra de egos alta. Terra Nova, outra grande aposta, foi
cancelada,sem dó. Os estúdios estão preferindo investir em séries de longo prazo, que se arrastam nos números, mas que mantém um público fiel( caso de L&O - SVU - que com a saída do Elliot - Cris Melloni - todo mundo apostava em seu fim, e acabou se segurando com os números muito
pouco abaixo do anterior à saída do ator principal), e a atriz principal, que dizia que só ia fazer 13 episódios, agora já fala em cumprir a temporada toda. Apesar da queda, que aliás foi de todos os
programas ( exceção de CSI, que subiu 1ponto), os números ainda são excelentes e está muito longe de preocupar os produtores da série.


Não acho que só o que segure CM seja o carisma dos atores da  série. Nós, pessoas que frequentam os fóruns da série somos uma audiência atipica. Nós entramos em fóruns, lemos spoillers, acompanhamos passo a passo tudo o que acontece na série. Me encontrei com um grupo de pessoas neste fim de semana, que sequer  imagina o que está acontecendo em CM, está acompahando pela AXN e sequer sabem o nome da  atriz que faz a Emily ou o ator que faz o Hotch. São pessoas que se
divertem vendo o show pelo contexto geral e tiram  meu sarro descaradamente porque escrevo sobre H/P, quando elas não vêem nada entre eles.

Acho que esta seja a audiência típica de CM. Diferente de mim, que sentirei a falta da Emily, acho que a maioria absorverá tranquilamente pois não vê CM porque eles tem Emily, Hotch ou Morgan ou Reid. Eles vêm um conjunto, onde vai faltar uma peça e só.


De qualquer forma, achei o episódio bom, vamos ver o que vem a seguir!!!! Apesar da saída da Paget, ainda torço pela contiuidade da série!!


Bjo!

Criminal Minds - 7x16 - A Family Affair - Meus Comentários










   
Um dos grandes méritos da minha série favorita é estabelecer sempre um gancho claro entre o caso que acontece na semana e sua aplicação ( ou não ) nas vidas dos agentes da série. Este episódio foi um exemplo claro e gratificante disto. Para além do absurdo de se descobrir a  disfuncionalidade de uma famíla " padrão" - pai, mãe, filho e laços de sangue, eles nos brindam em contrapartida com a funcionalidade de uma família " não padrão ", formada por amigos ( amigos são a família que a gente escolhe, aqueles à quem os laços sanguíneos nos unem nem sempre são nossos melhores amigos!!).


Sei que teria sido divertido ver as meninas em "ação" ( quem sabe em outro episódio!), mas este em especial tratava sobre outra coisa: sobre Rossi despencar da cama às 4 da manhã em um domingo pelo seu grande amigo para pegar seu filho e levá-lo onde ele precisaria estar, sobre Reid bancar a babá para salvar a noite de suas melhores amigas e, sobretudo, sobre as tres meninas, à despeito do mau humor, das poucas horas dormidas e da ressaca, pelo bem ou pelo mal, estarem todas juntas, para apoiar o chefe ( que ninguém diz abertamente, mas que também, claro, todos já consideram da família). Família é isto. Nem sempre é o grau de parentesco, mas os sacrifícios que você faz em nome de gostar e apoiar alguém. E se sentir bem com isto!!!



 Promo Oficial 7x16


Em paralelo eles mostram uma relação possessiva, psicótica e destrutiva, de pessoas que em algum momento  da vida, viveram a "normalidade" de um relacionamento. Um mãe dominadora, um
pai fraco e submisso e um filho abusivo e psicopata - como a mãe ( a forma como ela diz na mesa que não havia espaço para amar outro filho é doença, não é amor!). Todos no limite. No dia a dia, não é difícil ver uma relação exatamente igual à mostrada, sem os crimes, é claro. Pessoas que em nome de uma suposta relação familiar, sugam a personalidade do parceiro e o transforma em um ser submisso e infeliz, sem qualquer chance de reagir à relação. Isto é mais comum
do que se imagina. E antes de se achar que isto seria improvável de
acontecer, vamos refletir que entre 4 paredes ninguém, ninguém mesmo, sabe o que de fato acontece dentro de uma família, exceto quem vive nela. Quando penso naquele caso em que o pai manteve a filha em cativeiro por 20 anos e teve até filhos com ela, penso em quantas vezes ela teve a chance de fugir e não acreditou que conseguiria de fato. 





Quanto ao episódio, teve tudo o que eu gosto: a recomposição da cena da van em tempo passado, o erro no perfil ( não gosto quando acertam de primeira), as considerações para chegar ao perfil ( claro que ainda mais agora, a JJ tinha que acertar na mosca, ela vai "herdar" o lugar da Emily!).
Kathy Baker (adoro ela!!, faz vilãs como niguém!) deu um show e o rapaz fazendo o psicopata que pouco se importa e nada sente, também não deixou a desejar! O pai submisso me cortou o coração!!! Quando a mulher diz a ele que estava na hora, achei que ele ia meter uma bala na cabeça, mas o suicídio no carro fez mesmo mais sentido!






Em casos assim, fica difícil você esconder o unsub do público, porque eles precisam explorar a relação entre eles. Por isto não me
importo com a falta deste tipo de suspense. 

Por fim, quanto ao Hotch, tudo ao meu ver teve seus méritos (lembrando meu discurso anterior, preferia a Emily, mas já que não é com ela....,vamos seguir em frente!).


A estória dele teve começo, meio e fim ( o primeiro contato, os encontros recorrentes no parque, o primeiro encontro formal e a apresentação ao filho e à seus amigos, que em síntese, são sua família). Está  tudo aí, e agora ele é um homem em uma relação
e tão cedo não precisarão mais falar sobre isto. Antes que alguém me
diga, em série você não precisa  mostrar muito. Quando eles mostram a cara de surpresa do time quando ele vai ao encontro de Beth e só Rossi sorri, eles deixam implícito que de fato só o Rossi esperava a evolução da coisa  (no avião: - você está nervoso? , ainda dá para desistir, e,  ele: estou pronto, talvez! , refere-se à apresentar Beth ao filho e amigos, é claro, não à competir). E quando ele diz que iriam comer alguma coisa, óbvio que esta seria a oportunidade ouro para apresentá-la aos amigos - nada mais família! Tudo super bem amarrado, sem brechas para dúvidas no futuro.







Destaque para Reid dizendo: o que pode acontecer por duas horas?  E depois cobrando às meninas por terem chegado de manhã!

Ponto por terem dado uma desculpa para a ausência do Will ( meu marido iria odiar saber que saí para a farra e deixei meu filho pequeno com um amigo durante uma viagem dele de trabalho, mas , claro, sou de uma geração diferente da maioria de vocês!).

Ponto por terem levantado a possibilidade do Hotch estar ausente durante a corrida - mesmo sabendo que ele estaria lá - senão não teria o episódio, sempre tem alguém dizendo que ele  nunca tinha tempo!( levantaram também esta possibilidade).

Por fim, os roteiristas têm lido fics demais. Tudo o que a gente escreve ou lê estava lá: o Jack chamando o Rossi de " tio", as meninas saindo para se acabar na noite, o Reid de babá, o Jack lindo e fofo contando como fez o cartaz, os encontros casuais da equipe nos fins de semana, o Hotch de shorts de lycra - bem aqui preciso confessar, pensei que isto SÓ VERIA em fics mesmo!, ehehe, não é
que eles arrumaram um jeito?, o Hotch educado tomando café... ( bem, nas que eu leio/ escrevo, o café é com a Emily, mas tá valendo!), enfim, exceto pelo fato de que a relação não era H/P, de resto, eles fizeram a lição de casa. Bem até demais! Me senti numa fic da Greengirl82 ( as minhas são sombrias demais para este
tipo de cena! kkk). Por isto sempre digo : cuidado com  o que se deseja!

Posso ser a voz destoante, mas ainda acho que a sétima temporada está
arrasando! O meu medo de a série desandar é mais pela queda da audiência pela saída da Emily ( por gente descontente com a saída dela) do que pela dinâmica da equipe, por assim dizer.




O que seria lamentável, porque ao meu ver, CM ainda tem muita lenha para queimar!!!! Espero que eles consigam se reinventar mais uma vez e aceitem que não tem que substituir a Emily. Deixem a equipe com uma profiler a menos e tudo vai se encaixar.


Só mais uma coisa: ponto por terem colocado o Thomas totalmente sem folego no final da corrida ( e encharcado) e não como quando ele encontra a Beth na primeira vez, seco e



 

como se tivesse corrido 15 metros ( que é o que o ator deve ter corrido, eheh!). Estas coisas parecem pequenas, mas no conjunto, acabam valorizando detalhes que nós, fãs mais atentos, cobramos. Não basta borrifar água no ator para parecer suado. Isto qualquer um faz.  E legal ele não ter abraçado o filho molhado daquele jeito. Eu totalmente me atiraria molhada de suor em um momento de felicidade nos braços do meu marido, nunca do meu filho, ehehe! ( a roteirista deve ser mãe!, ahaha!).

Enfim, espero ganhar de aniversário outro ótimo episódio ( vai ser difícil bater o do ano passado, foi o episódio da morte fake da Emily - que apesar da saída dela - e eu tinha CERTEZA que ela voltava, foi um episódio daqueles que eu chamo de memoráveis).

Esperando o próximo, pessoal!
Bjos!

PS.: onde escrevi café lá em cima, leia-se chá! É que com a Emily q ele só toma café, LOL!!!!


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Criminal Minds - 7X15 - A Thin Line - Meus Comentários



Enfim, consegui assistir ao episódio!

Foi um bom episódio. No mesmo nível dos últimos, não excepcional, mas muito bom.


Embora a motivação politico/ discriminatória tenha sido bem explorada ( endosso todos os comentários sobre o Bonsonaro que ouvi nos últimos dias ), o ator que interpretou o unsub deixou a desejar. Um pouco talvez pela interpretação, que poderia ter sido mais marcante,mas de forma geral, o tema foi bastante atual e muito interessante.




Promo Oficial 7x15


Eu realmente não me importo em saber sobre o unsub com antecedência visto que desvendar o "bandido" é para mim apenas um mimo extra dado em alguns episódios. Na minha humilde opinião, desvendar um unsub faz mais sentido em um filme de duas horas onde você
 é apresentado à várias possibilidades e pode "brincar" com elas no desenrolar da trama. Como só temos 45 min em média, prefiro que CM se atenha ao processo de como eles chegam ao unsub, sinto falta das "dicas" que eles vão jogando no meio da trama, sobre o como chegaram lá! Prefiro Reid "lendo" a mente do sujeito, três passos à frente ou Rossi comparando-o a algum caso passado. Até porque, para quem acompanhou desde o início, desvendar o unsub, nunca foi uma prioridade em CM (alguns dos episódios que  adoro em CM, não tiveram a pretensão de esconder o unsub do público - MASTERPIECE, por exemplo, onde você  conhece o unsub desde o início e torna-se fundamental entendê-lo para deter as mortes). E, para mim, não faz diferença "adivinhar" o unsub, se não tenho tempo para  saber nada sobre ele e outros potenciais suspeitos. Em uma série como Mentalist ou L&Ordem, eles jogam vários suspeitos e você tem tempo para adivinhar o mais provável, mas o enfoque é outro, não é o caso de CM.

Gosto dos episódios que  mostram o tênue limite entre tornar-se um unsub ou manter-se" normal". Gosto deste enfoque. CM nunca foi uma típica série policial, daquelas em que você  tem que descobrir o bandido e os heróis saem salvando o mundo, chutando portas e derrubando todo mundo na porrada ( nem CSI, nem L&O, nem   24Horas, nem Havai-5-0) - respectivamente em termos de alusão). Seu diferencial sempre foi o da análise comportamental. 


Quanto à preocupação do Morgan, a cena final valeu apenas pela total naturalidade dos ótimos atores, mas vamos combinar que já deu, né? Já entendemos que o Morgan carrega toda a culpa do mundo nas costas, está na hora de seguir  em frente com isto! No que diz respeito ao treinamento, no entanto, NENHUM agente, traumatizado ou não iria deixar passar batido qualquer erro. Um coach está lá para exigir o máximo, não para ser simpático.


Quanto às queixas recorrentes sobre a falta de desenvolvimento de uma ou outra estória, pessoal, eles não fazem milagre! Quando você tem 7 personagens carismáticos ( e milhares de fãs desejando desesperadamente que  se explore a estória pessoal de cada um deles), além do compromisso de desenvolver uma trama que explore o lado negro do ser humano, e como ele é desvendado (desejo de quem assiste a série não pela equipe e sim pelos casos), tudo em episódios semanais de 45 minutos, se a gente for analisar friamente ( sem a comoção por um ou outro personagem), eles fazem milagre.



Nós temos hoje muito mais da equipe do que tivemos nas seis temporadas
 anteriores. Não dá para  querer que eles desenvolvam muito mais sobre as ex do Rossi, a mãe da Emily, as irmãs do Morgan ou como a Jéssica encara cuidar do filho do Hotch. Senão vira novela. Tudo tem que  ser apenas menção ( assim como eu espero que  seja com a namorada do Hotch, existe, foi devidamente apresentada ao filho e equipe, pronto, bola para frente!) Embora eu ADORE o Hotch, não quer dizer que eu vá querer que a série se foque apenas na vida dele. A  vida deles não pode ser o mote do episódio ( embora eles sempre tenham a delicadeza de relacionar o caso  ao " momento" de alguém da equipe). Eu acho que  seria mais simples para  os roteiristas se eles tivessem que focar apenas um casal de personagens, mas ali são 7!! E fica difícil ouvir os palpites de quem gostaria de ver o desenrolar da vida de cada um destes  7 personagens!!!! Resumindo.... eu acho que a série continua com boa qualidade ( se vocês acham que não, deveriam assistir a outras trocentas séries que acompanho e que estão mil vezes pior!)

Anyway, gostei do episódio, continuo torcendo pela minha série preferida, e que venha o próximo!


Bjos!

Criminal Minds - 7x14 - Closing Time - Meus Comentários


Por partes, feito o esquartejador... Vamos lá! ( Erguendo uma bandeira branca, ok?)

Primeiro, embora eu tenha chegado a pedir o link on p Carol na madruga de quinta, refleti melhor depois de um banho e achei melhor deixar para assistir em outra hora. Tinha tido um dia pedreira, estava muito aborrecida com a saída da Paget e não quis assistir o episódio já com um pé atrás. Fiz bem!


Gosto dos roteiros do Rick Dunkle ( contenham as pedras!! A vida real já me tem feito apanhar bastante nos últimos meses!), ele escreveu Conflicted, A Slave of Duty,  Exit Wounds, Coda - estes 3 eu adoro - além de outros.


Gostei muito do episódio. Não foi brilhante como vários ( já discutimos isto semana passada), mas foi muito bom. Gostei do caso, porque ele fala do crime cometido pelo mais banal e comum, porém o mais cruel dos motivos: amor e traição. Talvez por ser muito ciumenta e possessiva sempre me imagino em situações assim, ver minha melhor amiga com meu marido e de quebra criando meu filho, provavelmente eu estaria escrevendo agora da cadeia, ehehe! Sério, em uma semana de julgamento do caso Lindemberg, o caso não poderia ter sido mais atual.


Promo Oficial 7x14 

 

Gostei da sacada de esconder o corpo no "esmagador " de ferro velho, mas achei que eles acharam o corpo rápido demais - é o que acontece quando episódios  têm que sacrificar minutos a menos em detrimento de cenas da vida pessoal dos agentes - não posso nem reclamar, eu também pedi por isto! Mas, pela primeira vez em vários episódios eu vi eles voltarem a traçarem perfis. As discussões sobre o cara ser gay, depois hétero, as formas para descobrir como o unsub chegava nas vítimas, fazia tempo que eles não usavam o roteiro para "traçar perfis realmente - acertar, errar, tentar de novo!" A parte mais  mental da série que vai além da chutação de portas. Curiosamente, no mesmo episódio, onde eles voltam a mostrar como se traça um perfil ,eles põe a JJ em uma cena de ação.


Ponto para eles souberam equilibrar os dois fatores e com uma novidade ( o lugar comum seria o Morgan socar o cara!). Também achei normal a sacada da JJ ter treinado com o Morgan ( falaram de uma forma como se eles mal se falassem na equipe). Talvez porque a única coisa coerente é que eles tenham pouca coisa em comum, mas, formando uma " família ", como diz o Rossi, para quem mais qualquer um de nós pediríamos  ajuda neste tipo de atividade? Para o Reid ou o Hotch é que não seria. O elemento físico da equipe é o Morgan. Achei muito coerente e também legal saber que ela quer evoluir  e não ser vista com a eterna agente e ligação entre a equipe e as delegacias, etc...

A parte do Hotch: ( ainda bem que estou a km. de vocês, shippers que me seguem,  lesão corporal é só o que me falta!!!!)



Tenho que ser coerente com tudo o que venho dizendo até os últimos episódios.  Eu gostaria de ver Emily e Hotch juntos? Sim!! A produção avisou que isto não iria acontecer? Sim!! Então, como eu disse no episódio em que eles se encontram, eu acho que eles estão no caminho certo de mostrarem ele seguindo em frente! Não é com quem eu queria? Não! Mas eu não escrevo a série. Só as fics. Lá, eu me dou ao direito de escrever 50 capítulos sobre H/P, aqui eu só espero que  a estória, se não acontecerá como eu gostaria, ao menos aconteça com coerência. E, me desculpem novamente, mas eles estão sendo coerentes. A despeito de gostar do personagem ( do Hotch - vide que eu sou meio que totalmente ele, algumas coisas são tão parecidas que me dá medo!), eu acho coerente você  ter errado e seguir sua vida tentando corrigir os erros do passado! Quem vê a morte de perto,  como ele viu quase morrendo e depois perdendo a ex) como eu vi ( não a minha mas a do meu marido - não uma, mas duas vezes), tenta descobrir o que está fazendo de errado e tenta mudar! Ele não quer ser um cara sombrio, sozinho, e  infeliz  o resto da vida! Ele tem um filho para  criar, ter uma união estável pode ajudar. Não sei se só eu enxergo assim, achei emblemático, a olhada que  o Morgan dá ao sair da sala dele no final do episódio. É como se ele estivesse satisfeito em ver o chefe seguindo em frente e se afastando do abismo. Ele não precisou dizer nenhuma palavra. Estava tudo no modo de olhar e se afastar. 

O fato dele ter ido antes da data diz que ele está acordando! ( tá, ela
estar pronta esperando com a bolsa em cima da mesa foi forçada de barra, mas o episódio  só tem 45 minutos, quero crer que ele ligou para ela meia hora antes... ). As flores, o teatro ( ou cinema, sei lá) é a cara de um homem que está fora do mercado há muito tempo e sendo como ele é, não esperaria nada diferente dele. Ele é do tempo em que os homens aprendiam que deviam abrir a porta do carro para as mulheres e andar pelo lado esquerdo da calçada ( tá, a sei lá quantos anos atrás, desde a primeira e única namorada, as mulheres ainda adoravam estes paparicos, hoje em dia, já não vejo nada disto entre minhas amigas mais jovens). 


Eles quiseram enfiar uma cena de beijo sei lá porque no episódio, mas pelo menos tiveram a decência dele não tomar a iniciativa ( aí sim seria fora das características do personagem). Ao menos eles estão mostrando uma moça divertida - vide as brincadeiras na corrida.

Adorei a provocação do Rossi no elevador ( parece eu com uma amiga minha mais jovem 20 anos, tentando convencê-la de que vale investir num relacionamento). Adorei a Garcia com a foto do Morgan. Adorei a JJ explorando novos caminhos, adorei Reid contabilizando os ferimentos da JJ. Gostei também do episódio começar com alguém descobrindo os cadáveres e não os crimes já acontecendo.
Achei graça do Morgan dizendo que também tinha esquecido o dia dos namorados (quantas ele pensava em convidar p sair?? kkk). E gostei deles lembrarem que JJ ia sair para jantar fora com o Will no dia dos namorados. Anyway, apesar das más notícias da semana, eu gostei muito do episódio. Eu costumo dizer que não existem episódios  ruins em CM, apenas os memoráveis e os não tanto. Este está longe de ser memorável, mas foi um bom episódio!

Que venha  próximo! - porque apesar da imensa tristeza pela saída da Paget, eu não assisto a série por causa de apenas um outro personagem, então, vou lamentar muito, mas vou dar um voto de confiança.

Bjos carinhoso!

Criminal - 7X13 - Snake Eyes - Meus Comentários


Em uma série de qualidade você tem bons episódios e apenas alguns memoráveis ( por serem poucos é que fazem jus ao título). Quando assisto CM tenho em mente que ele é diferente porque não é uma série de ação e descobrir o unsub no final do episódio  é apenas um bônus. Sua característica principal nunca foi descobrir o unsub, e sim, entender o porque dele agir assim. Me cativam cenas como  a do Reid tentando convencer Rossi de que poquer é uma questão de matemática quando sabemos que Rossi é o melhor profiler que conhecemos, e, obviamente, sabemos que comportamento é uma das características básicas do poquer. Ou quando o unsub não consegue matar a mulher porque os ponteiros do relógio ainda não apontam para 8 hrs ( eu incluiria TOC na descrição da doença mas eles não tinham tempo para isso!). O recurso óbvio da moça da propaganda falando direto para o unsub sobre ele ter direito à ter a vida que sonhou resume milhares de explicações sobre a doença e seus vínculos com vícios em geral  (que quem é psicólogo reconhece de cara). 

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Não, não foi um episódio memorável, mas foi um bom episódio, competente ao mostrar um Dean Cain detonado ( missão difícil para um ator que ficou "marcado" por um personagem - a gente vê o nome dele e imediatamente a nossa memória nos remete à imagem de Clark Kent., síndrome semelhante à nossa imagem de David Duchovny
em Calfornication , após anos vivendo Mulder em Arquivo X). 

Agora, quanto à Garcia, tremi na base de pensar que eles usaram o corpo malhado do Shemar para alavancar o episódio. Me desculpem, longe de mim reclamar, como mulher, pela imagem esculpida do Deus negro, but, CM como série, não precisa  disto. Eles até poderiam ter explorado o assunto da mesma maneira sem mostrá-lo explicitamente, como dizer isto sem apanhar... bem, me deu a impressão de que ele havia escorregado em um  tonel de óleo, só se sai assim de um banho em filme pornô!!!!! E o Kevin fica parado na porta, sem explicação, ouvindo  ela falar com alguém por minutos( que eu saiba ele não é surdo) e quando ela abre a porta, ele não só não vê o Morgan, como também parece aceitar numa boa ela sair abruptamente e de pijamas para acompanhá-lo!!!!!!!!!!!!


Enfim, vou aceitar a licença poética, mas acho que se era para explorar o corpo do Shemar, eles poderiam ter feito de outra forma menos apelativa ( uma cena na academia do FBI teria o mesmo retorno!!!!!!!!!!!! e menos óleo!) - me perdoem, a idade me dá o direito de ser mais exigente!!!!!!.

Andei espiando aleatoriamente os tópicos da comunidade de CM e vi algo sobre um final de temporada feliz. Dá para trazer o Ed Bernero de volta??? Quero de volta  The Fischer King e Lo-Fi como final de temporada!! Acho que esta estória de mostrar aos fãs a vida pessoal do time está extrapolando e virando novelinha! Quando quero  ver novelinha vejo Brothers and Sisters, Revenge ou Gilmore Girls. Quero as cenas reconstruídas nos profiles, quero o Reid pirando em suas elucubrações, quero o sombrio. É deste material de  que CM sempre foi feito. As cenas do time têm que ser apenas um bônus, e não o resultado final. Desculpem se desagrado a maioria, mas cada série tem um motivo para existir. CM existe para mostrar o pior do ser humano ( tudo bem inserir o melhor no cenário, mas não pode ser o que rege a série, as cenas leves da equipe ao meu ver - modestamente falando - tem que ser um bônus e só!)). CM tem potencial, elenco e diretrizes para muitas temporadas, se quiser, mas não pode mudar o foco! Mudar o foco implica em perder a identidade e isso beira ao perigoso terreno da banalização, onde vale conseguir audiência não por méritos próprios, mas por recursos rasteiros, comuns às centenas de séries que já disputam espaço no mercado. 


Resumo final, gostei do episódio, fotografia correta, gostei do início com música tipo Frank Sinatra remetendo aos cassinos ( curiosamente, não foi cantada por ele!), mas achei a coisa do Morgan meio que forçar a barra. É claro q Garcia NUNCA teria ultrapassado os limites da amizade com Morgan, mas mesmo assim, achei a cena gratuita. A intenção talvez tenha sido boa, mas para mim, o resultado final não foi dos melhores!! Devo ser a única mulher a dizer isto, mas, enfim, assumo, a idade tem me tornado exigente demais!!!


Que venha o próximo!!!!! ( e, que, neste meio tempo a Érica tenha convidado o Ed p jantar e o papo tenha rendido boas sugestões!!!kkkkkkkkkk)


Bjos!!!!!!!!!!!!!
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Criminal Minds - 7X 12 - Unknown Subject - Meus Comentários

Então,


Para não perder o hábito, amei o episódio!!!! Esse pessoal precisa ensinar às outras séries com mais de cinco anos de vida a se superar a cada dia e tirar água de pedra.

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A forma como eles conduziram o episódio, entrelaçando o caso, os sentimentos da Emily e as impressões do Hotch foi impressionante! Aliás, ao contrário da maioria, eu realmente acho que eles tem conseguido criar casos interessantes e diferentes a cada episódio, sem se deixar repetir e cair na mesmice. Pena que nunca mais vou ouvir Total Eclipse  Of  The Heart da mesma forma, ehehe!

Quanto à storyline, eles têm se mantido fiéis, a cena final disse mais que
a do jet, porque indica o início de uma ajuda que antes ela não havia pedido ainda ( mantendo sua promessa ao Hotch, coisa que ela poderia ter passado batido se não tivesse levado ele a sério). Duas coisas tem que serem aceitas: eles não tem tempo hábil para desenvolver passo a passo a relação da Emily com o resto da equipe, pois os casos não podem ficar à margem ( tem gente que só vê pelo caso!), então, temos que acompanhar a evolução pelos "momentos de ouro" como os de hoje, curtos, mas eficazes, dizem a que vieram e deixam claro que, embora subentendido, eles vão continuar acontecendo ( o que vai fortalecer a amizade entre os dois e ajudá-la a superar seus traumas). A outra coisa é que nós temos que confiar na condução dos roteiros. Eles tem que fazer 24 episódios por ano, não vão entregar de bandeja tudo em dois ou três episódios. 


Fazendo uma análise desde a volta da Emily, temos o reencontro na casa do Rossi, a conversa franca com Reid no avião, a necessidade de satisfazer o Morgan no novo treinamento, agora o Hotch se dispõe a ajudar, ou seja, as coisas estão caminhando e se encaixando. Não é porque não vemos que não acontecem. Dentro dos quarenta e cinco minutos disponíveis para a condução e resolução do caso e storyline, eles estão nos dando o que é possível, visto que a série não pode abandonar os casos, afinal CM se encaixa no tipo de série que oferece ao telespectador a possibilidade de assistir a episódios isoladamente e que oferece ganchos interessantes o suficiente para  incentivar o telespectador a acompanhar regularmente. Mas conheço muita gente que acompanha sem compromisso, só pelo unsub, e se dá para ver, ok, senão, não se estressa.

Voltando ao caso, adorei a participação da Dina Meyer, linda e com aquele olhar de "você destruiu minha vida", eheheh". A conversa dela com a Emily no final expressa bem o que deve sentir uma mulher que passa pelo que ela passou. A cicatriz no colo disse tudo...


Foto Bastidores
 


A edição de imagens só pagou mico ( ou não?) na cena final do avião ( na hora lembrei de The Fischer King, quando a edição deixa passar o Thomas rindo no elevador para frações de segundos depois sair sério dele com a Elle e o Morgan , memorável mico de CM, observado por aqueles fãs doidos que ficam dando pause quando assistem 10 vezes - ou seja, eu e mais uns malucos por aí) com o sorriso da Emily, segundos antes da cara de "bad day" exigida pela cena. Ou foi um mimo para os fãs de H/P? Eu acho possível...


De resto, claro que os demais membros da equipe ficaram meio à margem, porque era um caso "Emily/Hotch", mas ainda assim, foi a observação do Reid, sempre ele, que desencadeou o restante do caso.


Amei, enfim, o 150! Que venham os demais!!!


Ps.: Finalmente deram um jeito naquele cabelo do Hotch, viva a tesoura! Mas ainda precisam dar uma reforçada no cardápio dele, três fins de semana comendo feijoada e lasanha e ele fica no ponto, ehehehe!

 
Para quem questionou a JJ gostar do Rage Against The Machine, não a culpem, eu já curti eles, ( tá, foi mais na fase Chris Cornell, eles já haviam rompido) mas, não confie em rostinhos bonitos, eles às vezes também curtem rock pauleira, eheh!)

Sobre Sergio ser o homem perfeito...... vou fazer 25 anos de casada, então tenho background para afirmar: Sim! Se é para ser perfeito, só se for um gato, de resto, dá um trabalho.......ehehehhe!

Bjos,